OS CONSELHEIROS

O conselho da Outward Bound Brasil é formado por voluntários que se identificam com a missão da instituição e estão comprometidos com as diretrizes fundamentais, normas gerais de organização, operação e administração da OBB

Nossos conselheiros possuem formações e currículos diversos, garantindo um grupo multidisciplinar necessário para uma gestão moderna e eficaz.

CONHEÇA OS NOSSOS CONSELHEIROS

André de Campos Duprat

Médico, formado há 28 anos pela Faculdade de Medicina da USP, mestre e doutor em otorrinolaringologia pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo onde é professor da pós-graduação. Membro do conselho da Outward Bound Brasil desde quando assinou a lista de presença na assembleia geral da fundação da OBB até hoje como atual Presidente do Conselho.

Sua primeira imersão na natureza foi uma caminhada de 4 dias em 1984, experiências transformadoras pelas montanhas fazem parte da sua vida como um momento de fortalecer as relações familiares e de amizade.

“Acredito no poder de um mergulho na natureza.”

Eduardo de Campos Queiroz

Hoje é Diretor Presidente na Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal. Fez seu primeiro programa Outward Bound em 1998 e sempre esteve muito próximo da OBB. Foi voluntário entre os anos de 2000 e 2001. Mudou-se para a Austrália para se formar instrutor em 2002 e no ano seguinte, de volta ao Brasil, assumiu a Direção Executiva da OBB e permaneceu nela até 2005. Desde então soma-se ao conselho e diversos comitês que são formados para a formatação de novos programas.

Flavio Kunreuther

Nosso conselheiro Flavio Kunreuther é empresário há 20 anos e instrutor de educação pela natureza há 18. Está na Outward Bound Brasil desde a fundação e fez parte da primeira turma de instrutores da OBB. Montanhista e canoísta há 30 anos, tem mestrado sobre educação ao ar livre.

Guilherme Barretto Giorgi

O Guime está formalmente na Outward Bound Brasil há cerca de 07 anos, mas seu caminho e o da organização se cruzaram pela primeira vez em 2004.

Executivo há 20 anos, e engenheiro agrônomo por formação, é amante de esportes e, mais que tudo, do ambiente outdoor. Desde a infância fez viagens frequentes ao Mato Grosso, onde conheceu a floresta, o cerrado, os rios e aprendeu minimamente sobre como me relacionar com eles. Participou de corridas entre 1998 e 2001 e teve uma das mais enriquecedoras experiências da vida ao guiar um deficiente visual em uma prova desse esporte, realizada na Ilha Bela.

“Acredito que a educação experiencial na natureza é um dos melhores, se não for o melhor, caminhos para se formar pessoas.”

Marta Fujii

Durante 28 anos Marta atuou em empresas do segmento industrial, financeiro e de serviços, como consultora, agência e cliente em diversos cargos executivos. Em 2000 fundou a MFujii Estratégias de Comunicação cujo core é planejamento voltado para resultados. Atua em organizações sem fins lucrativos com foco na formação de crianças e adolescentes, oferecendo sua expertise para apoiar o alcance da máxima performance há 16 anos. Mesmo tempo que faz parte da OBB, alternando temporadas como voluntária, quando desenvolveu o primeiro Planejamento Estratégico, depois conselheira, alguns anos de afastamento e retornando novamente como conselheira nesse momento que a organização adota uma nova estratégia de negócios e comunicação.

“Minha experiência com aprendizado e atividades outdoor foi em 1997, atuando como agência para um cliente do segmento financeiro. Entendemos que a única forma de envolver as pessoas sem qualquer pré-conceito era levá-las ao campo. O resultado foi ótimo. Éramos uma equipe jovem e ousada que não temeu em levar de presidente até gerentes para uma vivência de dias na natureza, sem qualquer conforto. Foi através deste trabalho que a OBB chegou até mim, por intermédio de um dos fundadores, Leon Sacks. Desde então, só tive mais certeza do que a atividade experiencial outdoor pode proporcionar.”

Renata Queiroz de Moraes Americano

Renata é pedagoga, formada em Supervisão Escolar pela PUC/SP. Possui pós-graduação em Gestão e Currículo da Educação Infantil e Séries Iniciais do Ensino Fundamental pelo Instituto Superior de Educação de São Paulo – Singularidades.

Atuou na Escola Viva SP por mais de 25 anos, ocupando diversos cargos desde professora da Educação Infantil, até o de Vice-Diretora Pedagógica do 2º ao 7º ano do Ensino Fundamental. Participou de grupos de estudos em Portugal para conhecer a Escola da Ponte e na Itália onde realizou cursos de aprofundamento sobre Reggio Emilia.

Foi formadora de professores dos referenciais Curriculares da Educação Infantil, do MEC. É membro do conselho da Outward Bound Brasil e atualmente é assessora pedagógica do Núcleo de Projetos Especiais e Centro de Estudos da Escola Viva, da Escola Cores no Rio de Janeiro, é membro da equipe de Educação da Faber-Castell e professora do curso de extensão do Instituto Superior de Educação de São Paulo - Singularidades.

Tomas Lind

Tomas conheceu a Outward Bound na Austrália, em 1978 quando participou de um programa de 4 dias que até hoje influência a sua vida. Em 2000 o empresário mudou-se para o Brasil. Apaixonado pelo país e pelo povo brasileiro teve a visão de estabelecer aquela escola que havia conhecido décadas antes no país continental que escolheu viver.

Sueco, ainda se considera um "cidadão do mundo", trabalhou em grandes empresas por cerca de duas décadas, sempre na área internacional. Hoje o fundador e conselheiro da Outward Bound Brasil vive com a esposa no Guarujá, onde são proprietários de uma pousada.

“As atividades Outward Bound tem um impacto profundo no participante. Um participante fica com a autoestima elevada e muda sua maneira de interagir com outras pessoas e como tratar da sua vida profissional. Tudo isso com as palavras chave: ‘Eu posso’ bem gravadas para sempre na alma”.

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